O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, demonstrou compreensão em relação à posição do Governo em relação à ativação do Mecanismo Europeu de Proteção Civil, mas fez um apelo para que o executivo continue a avaliar a possibilidade de acionar este mecanismo. Além disso, o Presidente defendeu a reafetação do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) para a reconstrução das zonas afetadas pela tempestade Kristin.
A tempestade Kristin, que atingiu o nosso país no final de janeiro, deixou um rastro de destruição, especialmente nas zonas do litoral norte e centro. As fortes chuvas e ventos causaram inundações, deslizamentos de terra e quedas de árvores, afetando diretamente a vida de milhares de pessoas e causando prejuízos materiais incalculáveis.
Diante desta situação, o Governo tem sido alvo de críticas por parte da população e da oposição, que consideram que o executivo não tem tomado as medidas necessárias para enfrentar as consequências da tempestade. No entanto, o Presidente da República mostrou uma postura compreensiva em relação à situação, ressaltando que a decisão de acionar ou não o Mecanismo Europeu de Proteção Civil cabe ao Governo.
Em declarações à imprensa, Marcelo Rebelo de Sousa afirmou que “é preciso compreender a posição do Governo, que está a avaliar seriamente a situação e a decidir qual é a melhor forma de atuar”. O Presidente destacou ainda que “a decisão de acionar o Mecanismo Europeu de Proteção Civil não é simples e deve ser tomada com base em critérios técnicos e de avaliação de risco”.
No entanto, o Presidente da República fez um apelo para que o Governo continue a avaliar esta possibilidade, tendo em conta que a ativação do Mecanismo permitiria o envio de meios e recursos adicionais para ajudar na reconstrução das zonas afetadas. Além disso, Marcelo Rebelo de Sousa defendeu que é importante que o PRR seja reafetado para a reconstrução destas zonas, uma vez que o plano já prevê verbas para a área da resiliência e adaptação às alterações climáticas.
O Presidente reforçou que a reconstrução das zonas afetadas deve ser uma prioridade para o Governo e para o país, e que é importante que as medidas sejam tomadas com celeridade e eficiência. “Não podemos deixar que as zonas atingidas pela tempestade fiquem esquecidas e sem a devida atenção. É preciso agir rapidamente para minimizar os impactos e ajudar as pessoas que foram afetadas”, afirmou o Presidente.
Marcelo Rebelo de Sousa aproveitou ainda para elogiar o trabalho das equipas de proteção civil e dos bombeiros, que têm estado na linha da frente no combate aos efeitos da tempestade. O Presidente destacou a coragem e o empenho destes profissionais, que têm trabalhado incansavelmente para garantir a segurança e o bem-estar da população.
Por fim, o Presidente da República deixou uma mensagem de esperança e solidariedade para com as comunidades afetadas pela tempestade. “Tenho a certeza de que, com a união e a solidariedade de todos, conseguiremos superar esta adversidade e reconstruir as zonas atingidas. O país está unido nesta causa e tenho confiança de que juntos conseguiremos vencer esta batalha”, concluiu Marcelo Rebelo de Sousa.
Em suma, o Presidente da República demonstrou uma postura de



