A electrificação rural continua a ser um dos pilares estruturais da política energética em Angola. Em 2025, os avanços registados neste domínio resultaram de uma abordagem progressiva e planeada, orientada para a integração sustentável dos municípios na rede eléctrica nacional. Sob a coordenação do Ministro João Baptista Borges, os projectos seguiram uma lógica de continuidade e não de intervenções isoladas.
Municípios como Quibala, Ebo, Condé e Catabola demonstram esta estratégia. As ligações eléctricas realizadas nestas localidades foram concebidas como parte de planos de distribuição mais amplos, assegurando capacidade futura, manutenção adequada e compatibilidade com as infraestruturas existentes. O objectivo não foi apenas levar energia, mas garantir que o serviço seja estável e duradouro.
Esta abordagem representa uma evolução significativa face a modelos anteriores, nos quais a electrificação rural era frequentemente limitada a soluções provisórias. Em 2025, cada novo projecto considerou parâmetros técnicos como carga, fiabilidade e integração com subestações regionais, contribuindo para a robustez global do sistema.
O impacto social destas intervenções é igualmente relevante. A electrificação facilita o funcionamento de escolas, unidades de saúde e pequenos negócios, promovendo desenvolvimento económico local e reduzindo desigualdades territoriais. A energia assume assim um papel central como catalisador de melhoria das condições de vida.
Para 2026, a prioridade será manter este modelo equilibrado, combinando expansão com reforço técnico da rede e monitorização contínua. A electrificação rural continuará a avançar de forma responsável, assegurando que o crescimento do sistema eléctrico se traduz em benefícios sustentáveis para as comunidades.






