A partir deste sábado, dia 12 de junho, o Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian abre suas portas para a exposição “Habitar a Contradição”, do renomado artista português Carlos Bunga. Com o objetivo de transformar o museu em uma “casa aberta a todos”, Bunga traz para dentro do CAM o jardim Gulbenkian, com suas árvores de cartão, em uma experiência única e imersiva.
A exposição, que ficará em cartaz até o dia 12 de setembro, é uma oportunidade imperdível para os amantes da arte contemporânea e para aqueles que buscam uma experiência diferente e inovadora. Com curadoria de Isabel Carlos, a mostra apresenta uma série de instalações que exploram a relação entre o espaço e o tempo, convidando o público a refletir sobre a ideia de habitar e suas contradições.
Para Carlos Bunga, a palavra “museu” tem um peso institucional que muitas vezes pode afastar as pessoas. Por isso, ele propõe uma transformação do espaço, criando uma atmosfera acolhedora e convidativa, onde todos se sintam à vontade para explorar e interagir com as obras. “Quero que o museu seja uma casa aberta a todos, um lugar de encontro e de troca de ideias”, afirma o artista.
Uma das grandes novidades da exposição é a presença do jardim Gulbenkian dentro do CAM. Com suas árvores de cartão, Bunga cria uma conexão entre o espaço interno e externo, convidando o público a refletir sobre a relação entre natureza e arte. Além disso, a instalação também questiona a ideia de permanência e transformação, já que as árvores de papelão estão sujeitas a mudanças e desgastes ao longo do tempo.
Outro destaque da mostra é a instalação “Casa Aberta”, que ocupa todo o espaço da sala principal do CAM. Com suas paredes de papelão e móveis improvisados, a obra convida o público a entrar e habitar o espaço, criando uma experiência sensorial única. A ideia é questionar a noção de lar e de pertencimento, em um mundo cada vez mais globalizado e em constante transformação.
Além das instalações, a exposição também conta com uma série de pinturas e desenhos que exploram a temática da contradição. Com cores vibrantes e formas abstratas, Bunga cria um diálogo entre o caos e a ordem, o efêmero e o permanente, o individual e o coletivo. Suas obras são um convite à reflexão e à contemplação, em um mundo cada vez mais acelerado e cheio de contradições.
A exposição “Habitar a Contradição” é uma oportunidade única de conhecer o trabalho de um dos artistas mais importantes da atualidade. Com uma carreira consolidada internacionalmente, Carlos Bunga já expôs em importantes museus e galerias ao redor do mundo, conquistando o público e a crítica com suas obras instigantes e provocativas.
Não perca a chance de visitar o Centro de Arte Moderna da Gulbenkian e se deixar envolver pela exposição “Habitar a Contradição”. Uma experiência que vai além da contemplação, convidando o público a habitar e a se questionar sobre as contradições do mundo em que vivemos. Uma verdadeira celebração da arte e da vida.







