A Basílica de São Pedro, localizada no Vaticano, é um dos monumentos mais icônicos e visitados do mundo. Além de sua importância religiosa, a basílica também é conhecida por abrigar algumas das obras mais famosas do renomado artista renascentista, Miguel Ângelo. No entanto, recentemente, um estudo veio à tona, desafiando a crença de que o artista teria queimado grande parte de seu legado antes de sua morte. De acordo com a pesquisa, Miguel Ângelo teria entregado suas obras a um grupo de pessoas próximas, enquanto as que deixou em casa estavam destinadas a um sobrinho de quem não gostava. Essa descoberta tem causado grande impacto no mundo da arte e tem sido recebida com entusiasmo pela comunidade artística e pelos admiradores do trabalho de Miguel Ângelo.
Durante muitos anos, acreditou-se que Miguel Ângelo, em seus últimos dias de vida, teria queimado uma grande quantidade de seus desenhos, esboços e cartas, com o objetivo de preservar sua privacidade e evitar que seus trabalhos fossem expostos sem sua permissão. Essa crença foi reforçada por uma carta escrita pelo próprio artista, em que ele menciona a destruição de seus trabalhos. No entanto, o estudo realizado por um grupo de pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, revelou que essa carta pode ter sido mal interpretada e que, na verdade, Miguel Ângelo não teria queimado suas obras, mas sim as teria entregado a pessoas de sua confiança.
Segundo o estudo, Miguel Ângelo teria entregado suas obras a um grupo de pessoas muito próximas, incluindo seu assistente, Urbino, e seu amigo e biógrafo, Ascanio Condivi. Essas pessoas teriam recebido os trabalhos como um presente, como forma de agradecimento pela amizade e apoio ao longo de sua carreira. Além disso, o estudo também revelou que as obras que o artista deixou em sua casa estavam destinadas a seu sobrinho, Leonardo Buonarroti, que era o único membro de sua família que ele não gostava. Essa descoberta lança uma nova luz sobre a relação conturbada entre Miguel Ângelo e sua família, que sempre foi retratada como uma fonte de conflitos e desentendimentos.
A descoberta de que Miguel Ângelo não queimou seu legado é de extrema importância para o mundo da arte. Isso porque, além de ser um dos artistas mais influentes da história, suas obras são consideradas tesouros inestimáveis e qualquer descoberta relacionada a elas é de grande relevância. Além disso, essa descoberta também muda a forma como enxergamos o artista, que sempre foi retratado como um homem solitário e recluso, mas que, na verdade, tinha pessoas próximas e queridas em sua vida.
A Basílica de São Pedro, que abriga algumas das obras mais famosas de Miguel Ângelo, também tem sido impactada por essa descoberta. Acredita-se que a basílica tenha recebido algumas das obras que o artista entregou a seus amigos e, portanto, essas peças podem ter uma história ainda mais rica e significativa do que se imaginava. Além disso, essa descoberta também pode levar a uma revisão das informações e histórias relacionadas às obras de Miguel Ângelo, trazendo novas perspectivas e interpretações.
Para os admiradores do trabalho de Miguel Ângelo, essa descoberta é motivo de grande alegria e entusiasmo. Afinal, saber que o artista não destruiu suas obras, mas sim as entregou a pessoas próximas,







