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Home » Batata-inglesa tem maior contribuição negativa individual no IPCA em julho, diz IBGE

Batata-inglesa tem maior contribuição negativa individual no IPCA em julho, diz IBGE

in Urgente
Tempo de leitura: 3 mins read

A inflação é um tema que sempre causa preocupação e impacto na vida dos brasileiros. Cada vez que os preços aumentam, nosso poder de compra diminui e o orçamento familiar fica mais apertado. Por isso, é importante sempre acompanhar os índices de inflação e entender quais fatores estão influenciando esses números.

No mês de julho, tivemos uma boa notícia: a inflação desacelerou, ficando em 0,36%, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Isso significa que os preços subiram menos do que no mês anterior, quando a inflação foi de 0,53%.

Mas o que contribuiu para essa desaceleração? Dentre os alimentos que tiveram uma maior queda de preço, destacam-se a batata-inglesa, a gasolina e a cebola. Segundo o IBGE, a batata-inglesa foi o item que mais contribuiu para a desaceleração da inflação em julho, com uma queda de 23,96%.

Essa queda no preço da batata-inglesa pode ser explicada por uma maior oferta do produto no mercado. Com o clima favorável, a safra da batata teve um bom desempenho, o que resultou em um maior abastecimento e, consequentemente, em preços mais baixos. Além disso, a alta do dólar também contribuiu, já que muitos produtores optaram por exportar a batata para outros países, o que aumenta a oferta no mercado interno.

Outro fator que ajudou a segurar a inflação em julho foi a queda no preço da gasolina. Depois de uma série de aumentos nos últimos meses, o combustível teve uma redução média de 1,06% em julho. Essa queda está relacionada ao preço do petróleo no mercado internacional, que vinha apresentando uma tendência de queda. Além disso, as medidas adotadas pelo governo para conter os preços dos combustíveis também contribuíram para essa queda.

A cebola é outro alimento que teve uma contribuição significativa na desaceleração da inflação, com uma queda de 12,86% no preço em julho. O motivo foi a safra do Nordeste, que teve uma boa produção e, consequentemente, um maior abastecimento no mercado interno.

Além desses alimentos, outros itens também ajudaram a segurar a inflação em julho, como o tomate, o feijão e o arroz, que tiveram queda nos preços. Esses alimentos são considerados básicos na alimentação dos brasileiros e, quando apresentam uma redução nos preços, ajudam a aliviar o orçamento das famílias.

Essa desaceleração da inflação é uma ótima notícia para a economia brasileira, que vem enfrentando um cenário de instabilidade nos últimos anos. Com a redução dos preços, o poder de compra das famílias aumenta e isso pode contribuir para o aquecimento do consumo, que é um dos principais motores da economia.

Além disso, essa queda nos preços pode trazer um alívio para o bolso dos consumidores, que já estão enfrentando um cenário de desemprego e queda na renda. Com preços mais baixos, é possível economizar e até mesmo investir em outras áreas, o que pode contribuir para a retomada do crescimento econômico.

No entanto, é importante lembrar que a desaceleração da inflação em julho não significa que o problema está totalmente resolvido. A inflação acumulada nos últimos 12 meses ainda está em 4,48%, acima da meta estabelecida pelo Banco Central, que é de 4%. Além disso, a volatilidade do dólar e outras questões econ

Tags: Prime Plus

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